quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Dicas para repetir o ano




Início de ano letivo, a rotina de aulas volta para os alunos. Muitas metas e promessas a serem cumpridas. A expectativa é grande. O que ocorre muitas vezes é que os erros do ano passado se repetem. Vejamos o que você, caro aluno, deve fazer para ir paras provas finais e não conseguir atingir a média, repetindo o ano:

1. Falte muito (saiba que a frequência é fundamental para o aprendizado, muitos alunos simplesmente não vão para escola, chegam atrasados ou “matam aula”. Uma aula nunca é igual a outra e o desperdício de uma aula pode gerar um prejuízo irreparável);

2. Converse na hora da aula (você pode pensar que não, mas a explicação do professor é muito importante para o seu aprendizado, bem com a sua participação nas leituras, produções escritas e debates);

3. Não se interesse pelos conteúdos (isso mesmo, seja preguiçoso, não ache que o que você está estudando é importante ou que vai servir para você no futuro, não só em uma prova de vestibular, Enem ou concurso público, mas para a sua vida como cidadão e como ser humano);

4. Não faça os exercícios (ouço muitas vezes alguns alunos que me dizem que faz a prova apenas pela “explicação”. Ora, está comprovado cientificamente, que se você não exercitar a informação que adquire, mais de 70% dela pode ser descartada do seu cérebro em menos de uma semana);

5. Não estude em casa (os estudos em sala de aula são importantes, mas não são suficientes. O estudo complementar em casa é fundamental para o aprofundamento e a fixação da aprendizagem. O aluno deve reler os textos em casa e notar dúvidas para serem solucionadas em sala, na próxima aula);

6. Quando estiver com alguma dúvida, não pergunte (essa é para os alunos tímidos, que ainda não gostam de falar em público ou tem receio de perguntar. “Quem pergunta é bobo por 5 minutos. Quem não pergunta é bobo pela vida toda”. Sua dúvida deve ser solucionada, o professor está lá para isso);

7. Estude apenas no dia da prova (o estudo deve ser constante, antes mesmo do início do assunto pelo professor. Desse modo você já vai estar familiarizado e adiantado com o assunto. O contínuo estudo, aula após aula e em casa, assegura a fixação da aprendizagem e assim a sua segurança para ser avaliado em uma prova);

8. Passe noites em claro, jogando, na internet ou em festas (é recomendável uma noite de 8 horas de sono para que o corpo consiga se recuperar do desgaste de um dia e recarregar as energias para o dia seguinte. Muitos alunos preferem desperdiçar esse momento importante com coisas supérfluas, medíocres e que causam satisfação momentânea, porém danos irreparáveis nos aspectos fisiológicos e educacionais);

9. Não leia o livro inteiro (tudo bem, você pode achar um livro didático “grosso”, “grande” e achar que é uma “besteira” ler todo o livro. Mas não é! Por exemplo, os livros de Geografia que iremos trabalhar esse ano são bem resumidos. Tem em média 300 páginas. 300 páginas? Isso é muito Clésio, e tem mais as outras disciplinas! Não é não! Lembre-se que teremos 1 ano inteiro para desfrutar dessas leituras que, dependendo do seu interesse, será ótima. Pense no seu aprendizado! Eu sei que você é você e eu sou eu. Mas só a título de exemplo: eu leio, em média, 1 livro por mês. A maioria livros científicos. E qual a diferença entre livros científicos e didáticos, Clésio? Os livros didáticos são feitos para que o aprendizado seja feito da maneira mais fácil e rápida possível! Os livros científicos exigem um estudo bem mais detalhado e profundo para seu entendimento. Para se ler um livro científico com qualidade é necessária a leitura de vários livros didáticos anteriormente. E os livros científicos explicam como os livros didáticos são elaborados. É um pouco complicado mesmo, vamos nos preocupar apenas com os livros didáticos, por enquanto. E sim, Geografia também é uma ciência, faz parte da área das Ciências Humanas. Como esse tópico é o maior, deu para perceber o quanto eu gosto de leitura e om quanto eu espero que vocês também se interessem pela leitura. “Quem não ler, mal fala, mal ouve, mal ver”. Isso é verdade. Mas vamos parar por aqui porque esse tópico já está bem extenso mesmo. Só lembrando, teremos que ler o livro didático inteiro sim. Só na sala não dá tempo, por isso faça as suas leituras em casa!

10. Não aceite os conselhos dos seus professores (você pode até achar que eles só falam besteira, mas saiba que tudo é para você melhorar. Em momento algum um professor vai dizer algo, ou tomar alguma atitude para te prejudicar. Acho que vocês já ouviram dos seus pais uma frase do tipo “isso é para o seu bem, um dia você vai me agradecer).

Não queira apenas passar na prova ou de ano. Queira aprender, de verdade. O aprendizado em um ano letivo serve para toda sua vida. E o prejuízo que você terá, se por acaso não aprender também será levado por toda a sua vida. Bons estudos pessoal!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Nova divisão dos fusos horários no Brasil

Atenção alunos da turma do 1º ano A da E.E.E.F.M. João Silveira Guimarães, abaixo o mapa com os novos e oficiais fusos horários do Brasil.



sábado, 10 de setembro de 2011

O que são os rios voadores?

por Leandro Novakowski

São imensas massas de vapor d’água que, levadas por correntes de ar, viajam pelo céu e respondem por grande parte da chuva que rola em várias partes do mundo. O principal rio voador do Brasil nasce no oceano Atlântico, bomba de volume ao incorporar a evaporação da floresta Amazônica, bate nos Andes e escapa rumo ao sul do país. "O vapor d’água que faz esse trajeto é importantíssimo para as chuvas de quase todo o Brasil", afirma o engenheiro agrônomo Enéas Salati, da Universidade de São Paulo (USP). Veja a seguir os meandros impressionantes dessa gigantesca corredeira voadora.

Corredeira voadora

Volume de água que circula pelo céu é similar à vazão do rio Amazonas

1. O rio voador nasce no oceano Atlântico. A água evapora no mar, perto da linha do Equador, e chega à floresta Amazônica empurrada pelos ventos alísios. Esse blocão de vapor passa rasante: 80% dele voa a, no máximo, 3 quilômetros de altura

2. A vazão desse aguaceiro aéreo é da ordem de 200 milhões de litros por segundo (similar à do rio Amazonas), fazendo da Amazônia uma das regiões mais úmidas do planeta, além de provocar as chuvas que desabam diariamente por toda a região

3. Enquanto passa sobre a floresta, o rio voador praticamente dobra de volume. Isso ocorre porque, ao absorver mais radiação do Sol do que o próprio oceano, a mata funciona como uma gigantesca chaleira, liberando vapor com a transpiração das árvores e a evaporação dos afluentes que correm no solo

4. No oeste da Amazônia, a massa de umidade encontra uma barreira de montanhas de 4 quilômetros de altura, a cordilheira dos Andes, que funciona como uma represa no céu, contendo a correnteza aérea do lado de cá

5a. Boa parte do vapor fica acumulada nos próprios Andes, sob a forma de neve. Ao derreter, essa água desce as montanhas, dando origem a córregos que, por sua vez, formarão os principais rios da bacia Amazônica, como o Amazonas

5b. Nem todo vapor que encontra os Andes fica por ali. Cerca de 40% dessa cachoeira celeste segue rumo ao sul. A umidade passa por Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, terminando a viagem no norte do Paraná, cerca de seis dias depois

6a. Enquanto flui em caudalosos veios rumo ao mar, muito da água proveniente dos rios voadores é absorvido pela floresta. Quando transpiram, as árvores então liberam esse líquido em forma de vapor, fechando o ciclo que novamente alimentará a corrente no céu

6b. Por fim, o rio voador cai em forma de chuva. Mais da metade da precipitação das Regiões Centro-Oeste e Sudeste vem dos rios aéreos da Amazônia. Além desse veio principal, outras 20 correntezas cruzam o céu do país, carregando um volume de água equivalente a 4 trilhões de caixas-d’água de 1 000 litros!

• Para ter ideia da importância dos Andes, a floresta Amazônica surgiu há cerca de 15 milhões de anos, bem na época em que a cordilheira se formou

• A equipe de Gerard Moss já fez 12 "mergulhos" nos rios voadores, coletando centenas de amostras de vapor d’água

• Em 2008, um rio voador que chegou à cidade de São Paulo transportava 3,2 milhões de litros (mais do que uma piscina olímpica) de água por segundo

Caçadores de nuvens

Pesquisadores "surfam" as correntezas aéreas para estudar o fenômeno

Desde 2008, um projeto científico tenta conhecer melhor os rios voadores. O líder da pesquisa é Gerard Moss, engenheiro e explorador francês naturalizado brasileiro. O trabalho dele consiste em voar com um monomotor coletando vapor d’água. "Enquanto todos os pilotos evitam as nuvens, eu vou direto para elas", diz. Em seu avião, Moss caça a umidade usando tubos de 40 centímetros resfriados a 70 graus negativos. Numa temperatura tão baixa, qualquer vapor que entra no tubo se transforma, imediatamente, em água. As gotas são então armazenadas para a análise em laboratório


Fonte: Revista Mundo Estranho, Editora Abril

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Entenda como o PIB é calculado

O PIB (Produto Interno Bruto) é a soma de todos os bens e serviços produzidos em um país durante certo período. Isso inclui do pãozinho até o apartamento de luxo.

O índice só considera os bens e serviços finais, de modo a não calcular a mesma coisa duas vezes. A matéria-prima usada na fabricação não é levada em conta. No caso de um pão, a farinha de trigo usada não entra na contabilidade.

Um carro de 2006 não é computado no PIB de 2007, pois o valor do bem já foi incluído no cálculo daquele outro ano.

O primeiro fator que influencia diretamente a variação do PIB é o consumo da população. Quanto mais as pessoas gastam, mais o PIB cresce. Se o consumo é menor, o PIB cai.

O consumo depende dos salários e dos juros. Se as pessoas ganham mais e pagam menos juros nas prestações, o consumo é maior e o PIB cresce. Com salário baixo e juro alto, o gasto pessoal cai e o PIB também. Por isso os juros altos atrapalham o crescimento do país.

Os investimentos das empresas também influenciam no PIB. Se as empresas crescem, compram máquinas, expandem atividades, contratam trabalhadores, elas movimentam a economia. Os juros altos também atrapalham aqui: os empresários não gastam tanto se tiverem de pagar muito pelos empréstimos para investir.

Os gastos do governo são outro fator que impulsiona o PIB. Quando faz obras, como a construção de uma estrada, são contratados operários e é gasto material de construção, o que ele eleva a produção geral da economia.

As exportações também fazem o PIB crescer, pois mais dinheiro entra no país e é gasto em investimentos e consumo.

Fórmula de cálculo do PIB
A fórmula utilizada para calcular o PIB é:

PIB= C+I+G+X-M

Sendo que:

C representa o consumo privado
I é a totalidade de investimentos realizada no período
G equivale aos gastos do governo
X é o volume de exportações
M é o volume de importações

Fonte: Uol Economia

quarta-feira, 9 de março de 2011

Reflexões para a semana de provas

Capítulo 1: Espaço, paisagem e lugar

As modificações que a humanidade, ao longo de sua história, tem realizado na natureza foram e são tão grandes que não podemos negar a existência de um outro espaço contraposto àquele criado pela própria natureza: o espaço criado pelos seres humanos - o espaço artificial.
Relembremos os tipos de espaço e o papel tanto da própria natureza, como também dos seres humanos em sua modificação, organização e transformação. Diferenciando os conceitos de espaço e lugar, estaremos aptos a perceber que a paisagem tem uma extensão e expressa fenômenos naturais e culturais. O espaço geográfico vem sendo construído em tempos diferentes por povos e culturas diferentes.


Capítulo 2: A organização do espaço, a formação dos Estados nacionais e os países atuais

Devemos compreender os processos de formação, expansão e transformação dos territórios e fronteiras, tendo em vista as relações de trabalho e o estabelecimento de relações sociais; reconhecer o papel do Estado na organização territorial e nas relações de produção; distinguir os conceitos de raça, etnia, povo e nação.


(Parte 2 - Geografia do Brasil)
Capítulo 1: A produção do espaço geográfico brasileiro, as regiões e o planejamento regional

Devemos analisar a formação e as características do espaço geográfico brasileiro antes e após a chegada dos europeus e sua integração no projeto global de colonização. As atuais configurações territoriais do país guardam em si sobrevivências do passado. O trabalho com regiões é fundamental para o reconhecimento da diversidade natural, econômica e histórica do Brasil. A produção desigual do espaço brasileiro originou espaços diferenciados. Analisemos as divisões do Brasil, a política administrativa (oficial do IBGE) e a proposta de uma divisão em complexos regionais - também conhecida como geoeconômica.


Em

TERRA, Lígia; COELHO, Marcos de Amorim. Geografia geral e geografia do Brasil: o espaço natural e socioeconômico. São Paulo: Moderna, 2006. (adaptado)

quinta-feira, 3 de março de 2011

Onde estamos?

Percebe-se uma grande dificuldade quanto a localização geográfica básica em aspecto mundial em alunos do 1º ano do ensino médio.

Mapa do mundo físico - Apresenta os aspectos naturais como relevo e hidrografia



Mapa dos continentes







Planisfério político - estabelece as fronteiras político-administrativa entre os territórios que configuram os países:




(Para ampliar a visualização clique nas imagens)